Absolut lança edição especial

A linha de produção das  garrafas da vodka sueca ABSOLUT virou um estúdio de arte colorido e vibrante. Tudo isso para dar vida ao projeto da edição limitada ABSOLUT UNIQUE, que produziu cerca de 4 milhões de garrafas  exclusivas e numeradas. Para gerar designs diferentes, toda linha de produção, na Suécia, foi repensada, e o resultado é a inovadora edição limitada que chega ao mercado brasileiro em meados de outubro/12 com preço sugerido de R$ 95,00.

A edição limitada utilizou 40 cores e aplicou diversos desenhos diferentes nas garrafas, o que resultou em quatro milhões de combinações artísticas únicas. Além disso, cada garrafa carrega um selo branco com seu número de fabricação. Para reestruturar toda sua linha de produção, a vodka sueca contou com uma complexa interação entre elementos humanos e mecânicos. A montagem recebeu uma programação especial de algoritmos e ganhou o reforço de tintas especiais, máquinas para mixagem de cores e aparelhos que produzem o efeito de respingos.

O mercado brasileiro receberá 60 mil unidades de ABSOLUT UNIQUE. Os lotes enviados para todo o mercado global não serão sequenciais, portanto o consumidor não encontrará uma ordem de produção com números sequenciais.

 

 

Amei e vocês?!

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9 curiosidades sobre música

A música é poderosa.. Tem poder tanto na vida de um ser humano quanto n]de uma nação! Por meio dela nos expressamos, entendemos, contestamos e divertimos. Até onde esses poderes chegam não podemos determinar, mas sabemos que eles são muito abrangentes. Muitos pesquisadores estudam os efeitos da música e cada vez mais é comprovado seus efeitos sobre o humor, a memoria e as emoções de uma pessoa.

Confira 10 coisas que você não sabia sobre o poder da música:

  1. Ouvir música ao mesmo tempo em que se realizam outras tarefas pode ter os mais variados efeitos. Pesquisadores da Universidade Chemnitz e da Universidade de Erfurt, ambas na Alemanha, comprovaram que, durante a leitura, ouvir música de fundo pode afetar a compreensão. Na memória, os efeitos foram negativos, mas muito baixos. Já na prática de atividades físicas e em reações emocionais, os impactos da música são muito positivos.
  2. Rebecca Webb e Alexandra Lamont, pesquisadoras da Universidade de Keele, no Reino Unido, concluíram que escolhemos nossa música favorita por conta de eventos de intenso envolvimento emocional. Os resultados de suas pesquisas revelaram que a escolha tem muito a ver com as motivações pessoais dos ouvintes e com suas histórias relacionadas com suas músicas favoritas.
  3. Ao testar os efeitos da música no comportamento das pessoas e, especialmente, em suas condutas sociais positivas, pesquisadores da Universidade de Sussex, no Reino Unido, descobriram que ouvir músicas com letras socialmente positivas aumentaram a disposição de ajuda nos ouvintes.
  4. Em um experimento com 144 crianças,  pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá, concluíram que as crianças que participaram de grupos com aulas de música exibiram aumentos de QI e melhor desempenho acadêmico. Novas pesquisas também mostram que o cérebro de músicos é desenvolvido de tal forma que os deixam mais alertas, dispostos a aprender e calmos.
  5. Em bares, aumentar o volume da música eleva o consumo de álcool. Já em lojas de flores, músicas românticas provocam aumento das vendas. É o que mostram pesquisas feitas por cientistas daUniversidade Bretagne-Sud, na França.
  6. Mark Bellis da Universidade John Moores, no Reino Unido, apresentou estudos que mostram que entre três a 25 anos depois de se tornarem famosos, artistas de todos os 1000 principais álbuns de rock e música pop são 1.7 vezes mais propensos a morrer do que pessoas comuns da mesma idade. Eles morrem por problemas relacionados a álcool e drogas (31%), acidentes (14%), violência e suicídio (9%), doenças cardiovasculares (14%) e câncer (20%).
  7. Segundo as pesquisas de Peter J. Rentfrow e Samuel D. Gosling, os gostos musicais podem prever a personalidade das pessoas. Por exemplo, gostos complexos e reflexivos como blues, jazz, música clássica e folk refletem personalidades emocionalmente estáveis, abertas para novas experiências, boas habilidades verbais e com inteligencia acima da média.
  8. Sky Chafin da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos testou os efeitos da música clássica, pop e jazz no relaxamento das pessoas depois de eventos onde envolvia muito stress. Os resultados mostraram que ouvir música pop e jazz tem o mesmo efeito restaurativo que o silêncio. Já a música clássica fez efeitos muito mais rápidos e a pressão sanguínea caiu para os níveis normais em tempo muito menor.
  9.  Laura Mitchell, Raymond MacDonald e Christina Knussen concluíram em seus estudos que ouvir sua música preferida durante períodos de dores pode aumentar de forma significativa a tolerância à dor, se comparado com estímulos visuais ou silêncio.

     

     

     

Saúde masculina é mais frágil do que a das mulheres

Embora a saúde da mulher, nas suas especificidades, tenha sido objeto de atenção desde os anos 70 do século XX, ações mais abrangentes em relação à saúde masculina, além dos cuidados com a próstata e o câncer de testículo, só se tornaram mais consistentes no século XXI. Isso apesar de as evidências mostrarem que os homens morrem mais do que as mulheres em todas as faixas etárias, inclusive antes do nascimento, pois a maioria dos abortos espontâneos de fetos sem malformações é do sexo masculino.

Como definir saúde masculina? Um problema de saúde masculina seria aquele, proveniente de fatores fisiológicos, psicológicos, sociais, culturais ou ambientais, que tem um impacto específico sobre meninos ou homens e/ou em que são necessárias intervenções específicas, para meninos ou homens, de modo a obter melhoras na saúde e no bem-estar, seja no âmbito individual ou populacional, segundo o Men’s Health Forum.

Homens não gostam de ir ao médico e, com exceção dos urologistas, todos os outros especialistas atendem um número muito maior de mulheres do que de homens. Essa negligência com a própria saúde tem raízes culturais e a relutância muitas vezes está associada à ideia de que admitir a possibilidade de doença é uma “fraqueza” incompatível com a masculinidade. Isso faz com que as doenças nos homens sejam diagnosticadas mais tardiamente, acarretando pior prognóstico e encurtando a expectativa de vida. Os serviços de saúde são considerados, pelos homens, como destinados às mulheres e às crianças, uma vez que a maioria das campanhas sanitárias é voltada às peculiaridades dessa clientela.

As políticas públicas de saúde só agora estão reconhecendo a necessidade de oferecer programas voltados para a prevenção e o tratamento das patologias mais prevalentes ou específicas dos homens. Mais do que criar a infraestrutura apropriada, será preciso mudar o comportamento da população masculina com relação à própria saúde. Essa é uma tarefa que compete a todos nós.